FIA adia divisão de potência de 60/40 para 2028.
A proporção de 50% elétrico e 50% combustão vale para 2026 e 2027.
A partir de 2026, a F1 perde o gerador de calor, focando na energia cinética.
Sem o ajuste, carros corriam o risco de perder potência súbita nas retas.
Fabricantes ganham fôlego financeiro sob as regras de teto de gastos.
As equipes focarão em asas móveis ativas para compensar a energia.
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